Antigamente, pais e filhos possuíam uma relação afetiva
muito maior, ou seja, era visível perceber que todos os familiares dedicavam
tempo para o diálogo entre a família, usufruindo de amor, respeito e carinho.
Com o passar do tempo, essa relação foi se enfraquecendo e hoje é possível
perceber em muitas residências, que os familiares estão “afastados” uns dos outros,
sem muitos laços afetivos.
Os
adolescentes são os principais responsáveis por essa falta de laços familiares,
pois quando chegam a essa idade ocorrem neles muitas mudanças biológicas e
comportamentais, que geram um declínio dos laços e muitas vezes conflitos
familiares. Ao mesmo tempo, é preciso dar espaço para que o adolescente entenda
a responsabilidade que possui perante as suas atitudes, e para os pais, por sua
vez devem corrigir comportamentos errados dos filhos e buscar sempre o diálogo,
pois na atualidade manter a proximidade com os filhos não é tarefa fácil.
Além
disso, o resultado é que, hoje, o cotidiano da família se aproxima cada vez
mais do ambiente do próprio trabalho e em muitas famílias, os meios
tecnológicos como computadores, televisões e laptops influenciam em muito a
relação familiar e a educação dos filhos. Assim, esses hábitos afetam a
educação proporcionada aos filhos, que crescem de acordo com suas próprias
atitudes, sem controle dos pais.
Assim,
a família deve se manter sempre unida e apreciando o simples ato de manter um
diálogo, conversando sobre o dia a dia do outro familiar, com isso valorizando
a interação entre pais e filhos, para que formem uma relação de confiança
e respeito para quando os filhos crescerem.
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